17.5.09

I am yours




Who am I?
That the Lord of all the earth,
Would care to know my name,
Would care to feel my hurt.
Who am I?
That the bright and morning star,
Would choose to light the way,
For my ever wandering heart.

Bridge:
Not because of who I am,
But because of what you've done.
Not because of what I've done,
But because of who you are.

Chorus:
I am a flower quickly fading,
Here today and gone tomorrow,
A wave tossed in the ocean,
A vapor in the wind.
Still you hear me when I'm calling,
Lord, you catch me when I'm falling,
And you've told me who I am.
I am yours.
I am yours.

Who am I?
That the eyes that see my sin
Would look on me with love
And watch me rise again.
Who am I?
That the voice that calmed the sea,
Would call out through the rain,
And calm the storm in me.

Not because of who I am,
But because of what you've done.
Not because of what I've done,
But because of who you are.


I am a flower quickly fading,
Here today and gone tomorrow,
A wave tossed in the ocean,
A vapor in the wind.
Still you hear me when I'm calling,
Lord, you catch me when I'm falling,
And you've told me who I am.
I am yours.

9.5.09

A fronteira entre devoção e loucura

Frequentemente, pessoas não cristãs colocam-nos a seguinte pergunta: se realmente existe um Deus que nos ama, porque é que Ele nos obriga a rezar, a ir à igreja e a cumprir uma série de rituais e/ou deveres que restringem a nossa liberdade? Reconheço uma lógica implícita neste raciocínio e reconheço até que é uma lógica válida e que pode ser fortalecida pelo estudo da história do cristianismo ou pela simples observação de muitos rituais religiosos que ainda permanecem bem enraizados na nossa sociedade.

Mas se a pergunta é pertinente, existe também uma resposta que (acho eu) é igualmente lógica e que vou tentar expor nas próximas linhas.

Começo por dizer que muitas pessoas que vêem o cristianismo de fora não chegam a tomar conhecimento daquilo que ele é realmente. E, não querendo ofender ninguém, atrevo-me também a dizer que muita gente que se diz cristã também não sabe o que é o cristianismo. Ou porque nunca lhes explicaram ou porque, mesmo sabendo o que é, preferem viver um pseudo-cristianismo moldado aos caprichos e às ideias do homem. O cristianismo não tem nada a ver com rituais ou tradições complicadas. Ser cristão não é como seguir um manual de instruções sem sentido, pensando que dessa forma compramos a nossa salvação, a nossa paz, a nossa felicidade ou a nossa vida para além da morte. O cristianismo não é uma troca de favores ou um negócio entre o homem e Deus.

Da forma como eu vejo as coisas, o cristianismo nem sequer é uma religião. Esta pode parecer uma opinião fundamentalista, mas é esta a opinião que melhor espelha aquilo em que acredito: as religiões são os caminhos que o homem inventou ao longo da história para tentar conhecer Deus; o cristianismo foi o caminho que Deus deu ao homem para que o homem o possa conhecer.

É por isso que não reconheço em Deus qualquer vestígio de crueldade ou injustiça. Porque para ser cristão não é preciso viver preso a um conjunto de regras irracionais, sacrificando a nossa liberdade de modo a subirmos mais um degrau na escada que nos leva a Deus. Não é disso que se trata o cristianismo. Se assim fosse, ser ou não um bom cristão seria resultado de uma espécie de selecção natural que favoreceria as pessoas com mais capacidade para o masoquismo. A mensagem do cristianismo é a de que, através do sacrifício de Jesus, o homem tem, se assim o desejar, livre acesso a uma relação com Deus, sem que seja necessário qualquer sacrifício adicional. É como se, ao reconhecermos Jesus como «o caminho, a verdade e a vida», Ele nos pegasse ao colo e nos levasse ao topo da escada, junto de Deus. Não é necessário o nosso próprio esforço para subirmos mais degraus. Ele põe-nos logo lá em cima!

A história do cristianismo está repleta de episódios macabros. Muita gente mal intencionada abusou da boa-vontade e da ignorância dos crentes, impondo regras e costumes opressores. Mesmo no tempo de Jesus, havia o grupo dos fariseus, gente letrada e extremamente religiosa que influenciava negativamente a forma como os judeus praticavam o judaísmo. A história das várias correntes cristãs conta acerca de grupos que, seguindo a onda dos fariseus, deturparam a mensagem central do cristianismo. Alguns dos episódios mais tristes das sociedades ocidentais desenvolveram-se baseados nessa mensagem deturpada: as cruzadas, a inquisição, a escravatura...

Acerca da história do cristianismo sugiro o filme Luther, que conta a vida de Martinho Lutero. Um padre que percebeu que aquilo que a igreja do século XVI pregava não tinha nada a ver com o evangelho que Jesus pregava e que, por ter lutado contra as tradições da igreja, acabou por tornar-se uma das personagens mais importantes da história do cristianismos, dando origem a muitas igrejas protestantes e também obrigando a uma inevitável reforma na própria igreja católica, ainda que muito atrasada.

Mas não pensemos que as tradições macabras e desumanas (se virem o filme ficam a saber melhor do que estou a falar) aconteceram apenas no passado, numa época ainda muito medieval. Ainda hoje há ignorância suficiente para se praticarem os actos mais horrorosos em nome do cristianismo. Este vídeo é um exemplo disso:







Também podia pôr aqui este... mas é realmente horrível (não aconselhado a pessoas sensíveis). Obviamente a igreja católica já há muito tempo se distanciou desta prática absurda levada a cabo pelos "cristãos" das Filipinas. Mas até que ponto é que as peregrinações não são também práticas masoquistas e inúteis? E até que ponto não são também inúteis as regras e todos os rituais aos quais os cristãos são, muitas vezes, obrigados a submeter-se? E as rezas repetidas n vezes apenas por tradição? E para não pensarem que este post é um manifesto anti-católico (não o é; este post é antes de tudo, uma tentativa de responder à pergunta lá de cima. E se tem alguma coisa de manifesto, é um manifesto anti-tudo aquilo que deturpa a mensagem da Bíblia, seja católico, protestante ou qualquer outra variante...) deixem-me pôr aqui no mesmo saco os "sacrifícios financeiros". Aliás, no tempo de Lutero essa era uma das formas de opressão favoritas por parte da igreja. Exigir dinheiro para a salvação, cura ou resolução dos problemas. Hoje em dia há por aí muitas igrejas ditas evangélicas que anunciam bençãos financeiras para os crentes. Os apóstolos desta triste ideologia incentivam os crentes a darem dinheiro à igreja levando-os a acreditar que dessa forma Deus retribuirá e dar-lhes-à prosperidade.

(Abro aqui um parêntesis para dizer que eu frequento uma igreja que se diz evangélica, mas que tem muito pouco em comum com as igrejas acima referidas, para além do nome. E sinceramente tenho vergonha de ter esse nome em comum e prefiro dizer simplesmente que sou cristão, para tentar evitar que me colem a qualquer uma das correntes do cristianismo. Infelizmente há uma proliferação assustadora de igrejas que se auto-denominam evangélicas, causando uma confusão de todo o tamanho. A minha igreja, não sendo perfeita, é onde eu me sinto melhor porque conheço as pessoas que a frequentam e sei que, mesmo com divergências pontuais em relação a questões de doutrina, essas pessoas entendem e vivem o cristianismo da mesma forma que eu. Compreendo que seja confuso para quem está de fora perceber o porquê de tantas igrejas e de tantas divisões entre os cristãos. As razões são muitas, algumas mais válidas do que outras. Mas é provável que em qualquer igreja dita cristã existam pessoas que percebem o cristianismo e que o vivem realmente nas suas vidas e pessoas que não o fazem. A proporção entre estes dois tipos de pessoas varia de igreja para igreja. Avaliar até que ponto uma igreja é mais cristã do que outra é uma tarefa não linear da qual devemos nos abster.)

Voltando ao tema do post, uma coisa é certa: nada daquilo que fizermos vai levar Deus a amar-nos mais. Ele já nos ama com um amor pleno, absoluto, total. Não há qualquer tipo de sacrifício, de reza, de peregrinação, de esforço, de molestação física, psicológica ou emocional, que leve Deus a gostar mais de nós. No mundo consumista em que vivemos, é difícil distanciarmo-nos de uma visão do cristianismo que não exija qualquer troca, qualquer espécie de negócio. Mas é assim mesmo que funciona a graça de Deus. Ele permitiu que Jesus se sacrificasse em nosso lugar e agora não há nada que tenhamos que fazer para ter acesso a Ele. É gratuito, basta aceitá-lo.

E agora vocês perguntam: mas se é assim, isso quer dizer que não é preciso ir à igreja, nem falar com Deus, nem cumprir qualquer tipo de regras? Aceitamos que Jesus morreu por nós criando, através da sua morte e ressurreição, um caminho para Deus e isso é tudo? O cristianismo acaba aí?

Quem acompanha este blog já deve saber a resposta. O cristianismo não acaba aí. Reconhecer que é Jesus que nos reconcilia com Deus é apenas o primeiro passo. A partir daí, já que temos acesso a Deus, ser cristão é estabelecer com Ele uma relação pessoal. E, à medida que vamos percebendo o tamanho do amor que Deus tem por nós, vamos sentindo desejo de aprofundar essa relação. Como em qualquer relação, as duas partes têm que comunicar uma com a outra. Por isso sentimos desejo de falar com Deus, de lhe contarmos os nossos problemas e anseios e de partilharmos com Ele as nossas alegrias. Rezar, ou melhor, falar com Deus, não deve ser uma obrigação auto-imposta sob o medo de não lhe estarmos a agradar o suficiente. Falar com Deus torna-se uma necessidade e um prazer. Tal como falar com os nossos amigos mais próximos e com quem gostamos de estar. E Ele fala conosco através da Bíblia e através daqueles a quem designou para pregar a sua mensagem nas igrejas. E é também natural sentirmos desejo de partilhar a descoberta de Deus com outros que estão a fazer a mesma descoberta. Isso faz-se nas igrejas. Por isso, o desejo de ir à igreja vai crescendo, sem que seja também uma obrigação. A ideia do cristão não deve ser baseada no medo de Deus: "tenho que orar e ir à igreja e cumprir todas as regras, caso contrário Deus vai zangar-se comigo e castiga-me." A ideia é a de fazer essas coisas porque temos gosto em fazê-las, porque elas nos completam.

E é natural que a relação com Deus vá moldando as nossas personalidades, as nossas opiniões e o nosso carácter. Isso reflecte-se em mudanças que, para quem está de fora, podem parecer um sinal de perda de liberdade. No entanto a motivação do cristão não deve ser apenas a de cumprir regras com o intuito de agradar a Deus, como se lhe estivesse a fazer um favor. Ao nos relacionarmos com Deus as noções do bem e do mal, do certo e do errado, vão ganhando contornos mais definidos na nossa consciência e a motivação das mudanças que ocorrem no cristão deve ser uma convicção profunda daquilo que é certo e errado, numa busca constante da integridade da qual Jesus foi o exemplo máximo.

Espero com este texto ter conseguido delinear uma resposta plausível àqueles que julgam encontrar sinais de crueldade em Deus e no cristianismo. A relação do homem com Deus não implica a perda de liberdade. Pelo contrário... reconhecer que precisamos dele e da acção do seu amor nas nossas vidas, levar-nos-à a uma caminhada durante a qual nos vamos libertando dos defeitos e dos erros que nos aprisionam. Deus não nos transforma em escravos seus, mas em amigos! E se é verdade que o cristianismo pode levar os crentes a abdicar de coisas e a imporem, aparentemente, alguma restrição à sua própria liberdade, isso deverá ser feito de coração, com a convicção de que se está a tomar a atitude certa e nunca por medo e obrigação. Caso contrário, estaremos a tornar-nos fanáticos e a viver um cristianismo oco e sem sentido. E em nome desse tipo de cristianismo o homem já mostrou que é capaz de cometer os actos mais loucos que possamos imaginar, actos nos quais não há qualquer vestígio da mensagem de Jesus.

“Se pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (João 8.36)

27.3.09

Pensamentos #6: Sonhos

O mais miserável dos homens é aquele que transforma os seus sonhos em prata e ouro.

Kahlil Gibran

8.3.09

Relacionamentos


«Daqui a cinco anos estarás bem próximo de seres a mesma pessoa que és hoje, excepto por duas coisas: os livros que leres e as pessoas de quem te aproximares.»

Esta é uma frase muito usada para valorizar a leitura. Concordo plenamente que aquilo que lemos influencia imenso quem nós somos. Sou um fã incondicional da leitura e também tenho a minha própria frase acerca da sua importância: o hábito da leitura aproxima a nossa inteligência do seu potencial. Mas não é só ao nível cognitivo que a leitura intervém. A nossa visão da vida, a nossa personalidade e até mesmo o nosso carácter são moldados por aquilo que lemos. Mas o meu objectivo neste texto passa por pegar na frase que citei não para falar na leitura, mas sim nos relacionamentos. É também inegável que nós somos seres influenciáveis por aqueles que nos rodeiam. O contacto com o próximo leva-nos a desenvolver a nossa personalidade, para o bem e para o mal. O homem não tem uma capacidade inata para se desenvolver isoladamente, de modo independente, mas sim em comunidade, em interacção com aqueles que fazem parte das nossas vidas. Esta interacção é particularmente visível na infância e adolescência, na aprendizagem a que somos sujeitos por influência dos nossos pais, dos nossos familiares e dos nossos professores. Mas é uma interacção que se estende a todos os quadrantes e a todas as etapas da nossa vida. Qualquer relação que estabelecemos, por mais fugaz que seja, desperta em nós emoções e contribui para mudar um pouco quem nós somos. A nossa personalidade e o nosso carácter não são, mesmo na idade adulta, um conjunto de características estáticas e inequivocamente estabelecidas, mas sim um emaranhado de qualidades e defeitos, de virtudes e de preconceitos, que vão evoluindo de um modo dinâmico em função das nossas experiências. Se ser uma pessoa íntegra faz parte dos nossos propósitos, devemos ser cautelosos na maneira como nos deixamos influenciar por aqueles de quem nos aproximamos. No "ecossistema" humano os diferentes tipos de relação que se podem estabelecer entre duas pessoas encontram algum paralelismo nas relações bióticas estudadas pela biologia. Uma relação entre dois seres vivos pode ser prejudicial ou benéfica para ambos ou para apenas um deles. E nas relações humanas acontece o mesmo. Há relações que destroem o que de melhor há numa pessoa. Outras parecem deixar em nós apenas uma marca de indiferença. E outras levam-nos a crescer, a tornarmo-nos melhores do que éramos. Uma frase que frequentemente ouvimos, muitas vezes dita entre namorados ou entre marido e mulher, é algo do género: "quando estou contigo tenho o desejo de ser uma pessoa melhor". Este é o maior elogio que se pode fazer a uma relação entre duas pessoas. Que bom era se, na nossa vida quotidiana, lidassemos sempre com pessoas que provocassem em nós o desejo de sermos melhores. Que bom era se nós próprios provocassemos naqueles que nos rodeiam o desejo de serem melhores.

Nos dias que vivemos, há muita gente que vive levianamente e relaciona-se com os que os rodeiam de uma forma negligente. Vivemos para nós mesmos, focamo-nos sobretudo no nosso umbigo, deixamos o nosso ego crescer demasiado. Esta forma de vida leva-nos a viver isolados, leva-nos a não contribuir para o crescimento dos outros e a não deixar que eles contribuam para o nosso crescimento. Levada ao extremo, esta forma de vida leva-nos a lesar os outros em busca da nossa satisfação pessoal e é a causa de todos os tipos de corrupção que inundam a sociedade. Mas esquecemo-nos de que o homem nunca será totalmente feliz vivendo de um modo isolado. A verdadeira realização do homem reside em partilhar a vida, o amor e a paz com os outros, em integridade e em negação de si mesmo.

Enquanto cristão, tenho como propósito ser uma pessoa mais íntegra e mais abnegada. E acredito que este propósito é algo que se estende a muita gente não cristã. O mundo precisa de gente que se relacione com os outros tal como gostava que eles se relacionassem consigo. É a regra de ouro segundo as palavras de Jesus, mais abrangente do que a versão mais usual: faz aos outros aquilo que gostavas que te fizessem a ti. Cultivar relações benéficas para ambas as partes é uma tarefa que cada um deve procurar executar por si próprio. Nem sempre é fácil fazê-lo.

Mas há uma relação que podemos cultivar e cujos benefícios são insuperáveis. A relação com Deus. Também Ele quer ter uma palavra a dizer nas nossas vidas. Também Ele quer influenciar a nossa personalidade e o nosso carácter.
Se nos aproximarmos dele, Ele vai ajudar-nos a cumprir o nosso propósito de vivermos em integridade e de nos realizarmos completamente. Porque Ele próprio é o melhor exemplo de amor abnegado. Daqui a cinco anos poderemos ser pessoas muito diferentes e muito melhores, se procurarmos a cada dia estar mais próximos de Deus.

21.2.09

A banda sonora dos meus últimos dias



You gave me courage to believe
that all your goodness I will see
and if it had not been for you standing on my side
where would I be

If not for your goodness if not for your grace
I don't know where I would be today
if not for your kindness I never could say
I'm still standing
if not for your mercy if not for your love
I most likely would have given up
if not for your favor
I never could say
I'm still standing but by the grace of God

To you I lift my offering
and set my heart on higher things
for if it had not been for you standing on my side
where would I be

I'm still standing
I'm still standing
I'm still standing but by the grace of God

Letra de: Israel Houghton, Cindy Cruse Ratcliff

19.2.09

Tu és

Quando dou por mim
Perdido num nevoeiro de dúvidas
Tu és o Conselheiro que as dissipa
E me faz ver de novo o caminho.

Quando estou em apuros na batalha da vida
E a derrota parece iminente
Tu és o Guerreiro Imbatível
Que luta e vence no meu lugar.

Quando as circunstâncias da vida me magoam
E as lágrimas escorregam pela minha face
Tu és o Pai de amor
Que me toma no colo e enxuga as lágrimas.

Quando o peso do pecado é insuportável
E me obriga a caminhar vergado
Tu és o Redentor Vivo
Cuja graça me sara e me levanta.

Quando o meu gozo fica refém da angústia.
E a tristeza e o desespero invadem o meu ser
Tu és o Consolador Santo
Que devolve a esperança ao meu coração.

Quando as pequenas coisas do dia-a-dia
Provocam momentos de alegria e gozo
Tu és o Amigo mais chegado que um irmão
Que sorri ao meu lado partilhando esses momentos.

Quando novos desafios se aproximam
E o tamanho dos obstáculos contrasta com as minhas fraquezas
Tu és o Deus Forte
E pela tua força ultrapasso as barreiras.

Se as riquezas deste mundo me abandonam
Se as trevas me cercam e a solidão é a minha casa
Tu és o meu tesouro, és a minha luz
E és o meu Companheiro Fiel.

Quando andar pelo vale da sombra da morte
Não temerei mal algum
Porque Tu és o Pai da Eternidade
E para sempre estarei contigo.

Que em todo o tempo
E em qualquer circunstância
Eu possa dizer com todo o meu coração
Deus, Tu és tudo para mim.