Estar a ler o Jesus for President e encontrar uma referência a uma passagem muito fixe do Blue Like Jazz é espectacular! É de me deixar a dar saltos de alegria! Importa dizer que o Shane Claiborne e o Don Miller não estão exactamente na mesma onda, embora tenham uma visão do mundo e do cristianismo com muitos pontos de intersecção. Enquanto o Shane é um radical, activista, uma voz contra a pobreza, guerra e injustiça de uma forma muito revolucionária, o Don é muito mais parecido com a maioria de nós. É o tipo porreiro que tem uma vida que é uma bela confusão, mas que vai aos poucos descobrindo a graça de Deus... São dois bacanos diferentes, com mensagens diferentes (embora com um ponto em comum, Jesus!) e com vidas diferentes. E foram estes dois bacanos que escreveram dois dos meus livros preferidos! Portanto, podem calcular que para mim seja motivo de alegria saber que o Shane também gostou do Blue Like Jazz! É sinal de que, de uma forma ou outra, estamos todos na mesma onda...
Mostrar mensagens com a etiqueta Shane Claiborne. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Shane Claiborne. Mostrar todas as mensagens
18.2.10
4.2.10
Esperança
O tempo tá escasso, muito escasso mesmo (mas não tão escasso que me impeça de ir amanhã à noite dar as boas vindas ao fim de semana no karaoke do Shoarma com os matemáticos, incluindo pelo menos uma leitora deste blogue!) e não tenho tido oportunidade de consumar a escrita dos textos que idealizei (consumar é uma palavra catita). E por isso venho aqui somente para repetir uma citação do Shane Claiborne que já aqui deixei (ou se calhar não foi aqui, foi no Facebook, mas whatever... não me apetece ir verificar). Esta frase do Shane anda a martelar-me o pensamento. É uma frase que me incute esperança, muita esperança:
"There is a movement bubbling up that goes beyond cynicism and celebrates a new way of living, a generation that stops complaining about the church it sees and becomes the church it dreams of."
Eu quero fazer parte disto!!!
"There is a movement bubbling up that goes beyond cynicism and celebrates a new way of living, a generation that stops complaining about the church it sees and becomes the church it dreams of."
Eu quero fazer parte disto!!!
Publicada por
David
à(s)
11:48 p.m.
0
comentários
Enviar a mensagem por emailDê a sua opinião!Partilhar no XPartilhar no FacebookPartilhar no Pinterest
Etiquetas:
Shane Claiborne
2.2.10
Jesus For President
O livro é mesmo muito bom! O alvo é, em parte, o cristão norte-americano, patriota, que vive preso ao capitalismo sem se aperceber disso. A nossa realidade europeia não é exactamente a mesma dos USA, mas há alguns pontos comuns, por exemplo, a forma como os cristãos, cá e lá, se têm deixado "escravizar" pelo consumismo. Além disso, o enquadramento histórico que eles fazem dos episódios da vida de Jesus é EXCELENTE!!! Ensinam-nos a entender a vida de Jesus, as suas atitudes e palavras à luz dos hábitos dos judeus e dos romanos daquela época. Só para dar um exemplo: hoje dei de caras com uma surpreendente analogia entre as tradicionais cerimónias de "tomada de posse" dos imperadores romanos e a crucificação de Jesus. Os autores sugerem (e faz todo o sentido) que a crucificação de Jesus foi a sua coroação como o Rei de um outro Reino, um Reino ganho pela abdicação do poder e onde abunda o amor altruísta, que contrasta com os reinos dos homens, tão cheios de egoísmo e sede de poder. Um dia destes transcrevo aqui essa analogia.
E este é só um exemplo, o livro tem dezenas de episódios da vida de Jesus explicados de uma forma refrescante. Essas explicações, não negando as explicações simplistas que ouvimos na igreja, são muito mais profundas e ricas.
Agora deixo-vos com uma primeira citação...
"Jesus is ready to set us free from the heavy yoke of an oppressive way of life. Plenty of wealthy christians are suffocating from the weight of the American dream, heavily burdened by the lifeless toil and consumption we embrace. This is the yoke from which we are being set free. And as we are liberated from the yoke of global capitalism, our sisters and brothers in Guatemala, Liberia, Iraq, and Sri Lanka will also be liberated. Our family overseas, who are making our clothes, growing our food, pumping our oil, and assembling our electronics - they too need to be liberated from the empire's yoke of slavery. Their liberation is tangled up with our own. The new yoke isn't easy. (It's a cross, for heaven's sake.) But we carry it together, and it is good and leads us to rest, especially for the weariest traveler."
E este é só um exemplo, o livro tem dezenas de episódios da vida de Jesus explicados de uma forma refrescante. Essas explicações, não negando as explicações simplistas que ouvimos na igreja, são muito mais profundas e ricas.
Agora deixo-vos com uma primeira citação...
"Jesus is ready to set us free from the heavy yoke of an oppressive way of life. Plenty of wealthy christians are suffocating from the weight of the American dream, heavily burdened by the lifeless toil and consumption we embrace. This is the yoke from which we are being set free. And as we are liberated from the yoke of global capitalism, our sisters and brothers in Guatemala, Liberia, Iraq, and Sri Lanka will also be liberated. Our family overseas, who are making our clothes, growing our food, pumping our oil, and assembling our electronics - they too need to be liberated from the empire's yoke of slavery. Their liberation is tangled up with our own. The new yoke isn't easy. (It's a cross, for heaven's sake.) But we carry it together, and it is good and leads us to rest, especially for the weariest traveler."
Publicada por
David
à(s)
9:39 p.m.
0
comentários
Enviar a mensagem por emailDê a sua opinião!Partilhar no XPartilhar no FacebookPartilhar no Pinterest
Etiquetas:
Chris Haw,
Jesus for President,
Shane Claiborne
31.1.10
Leituras
Ando com vontade de escrever qualquer coisa, mais que não seja porque é preciso actualizar frequentemente o blogue para fidelizar clientes. O problema é que tenho vários textos começados mas não tenho conseguido terminá-los... está a faltar-me aquele clique que permite dar o remate final nos textos, pôr a cereja no topo do bolo!

Na falta de textos prontos, deixo-vos com o momento publicitário. É isto que ando a ler: Jesus for President, de Shane Claiborne e Chris Haw. Uma viagem pela história tentando perceber qual o plano que Deus tinha em mente para a vida do homem em sociedade e em comunidade. Uma viagem cuja premissa é esta: o Reino de Deus, referido na oração do Pai-Nosso, não é apenas o Reino do Céu, é também o Reino que os seus filhos criam na Terra. Um reino governado por Deus e pelas suas leis de graça e amor, às margens dos reinos políticos que os homens inventaram para se auto-governar. É este Reino que o Shane e o Chris tentam viver e sugerem neste livro. Ainda estou numa fase inicial, a delirar com a descrição que eles fazem dos acontecimentos do Velho Testamento. A forma como eles explicam o Velho Testamento é refrescante, profunda e criativa!... E não se aprende na escola dominical nem na catequese!

Na prateleira, em modo de espera, está este livrito! Red Letter Christians é uma designação não oficial de um movimento não oficial que tem crescido nos Estados Unidos. Um movimento de cristãos emergentes que procuram tomar posições em questões fracturantes da sociedade fazendo uma interpretação da Bíblia à luz das palavras de Jesus. Algumas versões da Bíblia têm as palavras ditas por Jesus destacadas a vermelho. Daí o nome do livro e do movimento. É provável que nos próximos tempos partilhe com vocês citações destes livros e pensamentos que eles me suscitam.
Publicada por
David
à(s)
11:06 p.m.
2
comentários
Enviar a mensagem por emailDê a sua opinião!Partilhar no XPartilhar no FacebookPartilhar no Pinterest
Etiquetas:
Chris Haw,
livros,
Shane Claiborne,
Tony Campolo
23.12.09
2009
Foi um ano cheio e rico, mas com o sabor agridoce que tem feito parte da minha vida desde que me conheço. A verdade é que o ano foi excelente, mas eu sou um gajo permanentemente insatisfeito com uma montanha de coisas. Não creio que isso seja necessariamente mau. É mau quando essa insatisfação não se traduz em inconformismo. Quando a pessoa dá lugar à insatisfação permanente na sua mente e no seu coração só tem dois caminho a seguir: ou não faz nada para a contrariar, o que acaba por levar à amargura e ao cinismo, ou arregaça as mangas e tenta perceber a causa da sua insatisfação, até que ponto é que ela é justa ou não e até que ponto ela pode ser vencida através da mudança das atitudes e dos hábitos. Eu já percorri ambos os caminhos na minha curta experiência de vida e, numa análise mais profunda, talvez seja levado a concluir que em certas áreas ainda percorro o caminho do cinismo. Mas os acontecimentos do ano de 2009 contribuíram para que tenha sido este o ano em que eu percorri mais quilometros no caminho do inconformismo, o ano em que eu mais arregacei as mangas. Se tivesse que escolher uma palavra para descrever este ano, escolheria a palavra brainstorm. Este ano as minhas ideias acerca de diversos temas foram reviradas, a minha fé foi reformulada e a graça de Deus tornou-se mais real para mim, num processo que começou de um modo mais discreto em 2008, mas que só em 2009 produziu a tal tempestade mental. Foi como uma explosão de ideias, algumas delas ideias novas, outras mais antigas, mas subitamente aclaradas, como que iluminadas por uma nova luz. Partilhei muitas dessas ideias ao longo do ano aqui no blogue e também na igreja e com alguns amigos. O rastilho que levou a essa explosão foi sem dúvida a leitura de meia-dúzia de livros soberbos! Vi-me confrontado pelas ideias de Brennan Manning, Shane Claiborne, Philip Yancey e Donald Miller, ideias ao mesmo tempo refrescantes e perturbadoras às quais não posso ficar indiferente. São sobretudo essas ideias que me têm levado a trilhar mais alguns quilometros no caminho do inconformismo. Mas a meta ainda está longe e eu não quero ficar por aqui... Não quero que esta revolução termine, até porque uma das coisas que eu aprendi este ano é que o cristianismo tem muito mais a ver com um caminho de revolução constante do que com um caminho tranquilo que o cristão percorre com uma alegria serena e imperturbável. «E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.» (Romanos 12:2)
Antes de começar a escrever este balanço de 2009, dei por mim a questionar-me qual seria a música que eu escolheria como a banda-sonora ideal para este ano. O mais provável é que a escolha recaísse sobre uma das músicas do TeenStreet. Mas nestes últimos dias do ano, nos quais o rasto agridoce que ele deixa parece acentuar-se, a música que parece fazer mais sentido partilhar com vocês não é tanto uma música que reflecte o meu 2009, mas sim uma música que projecta o meu 2010. Uma música que exprime o desejo de que em 2010 a tempestade, a explosão, the hurricane, the burning flame, continuem a "perturbar" a minha vida! Como diz o Shane Claiborne: "I know there are people out there who say, "My life was such a mess. I was drinking, partying, sleeping around... and then I met Jesus and my whole life came together," God bless those people. But me, I had it together. I used to be cool. And then I met Jesus and he wrecked my life. The more I read the gospel, the more it messed me up, turning everything I believed in, valued, and hoped for upside-down. I am still recovering from my conversion." Julgo que seria saudável se nós estivessemos receptivos a este tipo de transformação que o Shane experimentou, não só no momento da nossa conversão, mas ao longo de toda a caminhada cristã. Seria frutífero se aprendessemos a abrir mão do nosso conforto, da nossa segurança, das nossas ideias, dos nossos preconceitos, para contruírmos vidas e igrejas mais preparadas para dar resposta àquelas que são as reais necessidades de um mundo com sede de graça e de amor. "I don't wanna be safe..."
Publicada por
David
à(s)
4:10 p.m.
0
comentários
Enviar a mensagem por emailDê a sua opinião!Partilhar no XPartilhar no FacebookPartilhar no Pinterest
Etiquetas:
2009,
Brennan Manning,
Donald Miller,
Inconformismo,
Philip Yancey,
Shane Claiborne
11.11.09
Seguidores de Cristo
Apresento as minhas desculpas: na ausência de tempo e/ou inspiração para a escrita, encher o blogue com citações revela falta de originalidade. Mas considero estas citações pertinentes e já que a maioria dos leitores do blogue não estará na disposição de ler um livro do Shane Claiborne, confronto-vos pelo menos com algumas das suas afirmações que mais mexeram comigo.
Entretanto estou a ler outro livro dele, desta vez em co-autoria com John Perkins. Hoje na minha rotineira viagem de comboio, após ler algumas páginas do livro, dei por mim a pensar que o problema dos cristãos e o problema das igrejas é que passamos o tempo preocupados em falar do cristianismo. Apontamos as doutrinas básicas que qualquer cristão deve entender e aceitar como dogmas. Estudamos e discutimos as passagens bíblicas ao sabor da interpretação que mais nos convém e entramos em confronto com outros grupos de cristãos cuja interpretação é diferente da nossa. Há multidões a falarem de cristianismo... e muito poucos a viverem o cristianismo. Cada vez estou mais convencido de três coisas:
1) O cristianismo tem pouco a ver com uma boa parte daquilo que constitui a mensagem das igrejas ditas cristãs. Num dos muitos livros que li ultimamente (neste momento não me lembro qual) li um pensamento curioso: se tentássemos fundar uma religião cujos ensinos fossem opostos aos de Jesus, encontraríamos uma religião muito parecida com o cristianismo que conhecemos, o cristianismo "ocidentalizado", feito à nossa medida... Esta é uma opinião exagerada, mas é triste verificar que tem o seu quê de verdade. É por isso que faz sentido dizer aquilo que um amigo do Shane Claiborne um dia lhe disse: «Vou deixar o cristianismo e vou passar a seguir Jesus.»
2) Há princípios essenciais que devem constituir os pilares da fé de qualquer cristão. Mas não são tão complexos assim e atrevo-me até a dizer que, se for necessário, podemos resumi-los facilmente num versículo ("Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça mas tenha a vida eterna." João 3:16). Para além do essencial, há muita coisa que é acessória. Há muita doutrina que pode servir de edificação para alguns cristãos mas que para outros não passará de um fardo a fazer peso sobre a sua fé. Longe de mim sugerir que a igreja não doutrine os crentes. O que sugiro é que essas doutrinas sejam alvo de análise nas igrejas, sejam estudadas, explicadas e assimiladas sem imposição. E que se permita que os crentes duvidem e questionem, em vez de se verem sobrecarregados com dogmas obrigatórios.
3) É muito perigoso e infrutífero ficarmos presos a discussões sobre o cristianimo com aqueles que têm visões diferentes das nossas. Essas discussões são estereis. O cristianismo não é para ser discutido, é para ser vivido. Ser cristão não é acreditar numa lista infindável de dogmas. Ser cristão é ser seguidor de Cristo. Ou, dito de uma forma, mais profunda, ser cristão é ser as mãos, os pés, os olhos, a voz de Cristo na terra. Podemos falar muito do cristianismo, mas só somos cristãos quando passamos à prática. O mundo não precisa de igrejas cheias de gente que julga saber muito bem o que é ser cristão. O mundo precisa de seguidores de Cristo.
Publicada por
David
à(s)
9:19 p.m.
0
comentários
Enviar a mensagem por emailDê a sua opinião!Partilhar no XPartilhar no FacebookPartilhar no Pinterest
Etiquetas:
Cristianismo,
John Perkins,
Shane Claiborne
10.11.09
Shane Claiborne Quotes #6
«The gospel is good news for sick people and is disturbing for those who think they've got it all together. Some of us have been told our whole lives that we are wretched, but the gospel reminds us that we are beautiful. Others of us have been told our whole lives that we are beautiful, but the gospel reminds us that we are also wretched. The church is a place where we can stand up and say we are wretched, and everyone will nod and agree and remind us that we are also beautiful.»
Shane Claiborne, The Irresistible Revolution
Tentativa de tradução:
«O evangelho é boas notícias para as pessoas doentes e é perturbador para aqueles que pensam que têm a sua vida toda em ordem. Alguns de nós temos sido considerados toda a vida uns desgraçados, mas o evangelho lembra-nos que nós somos belos. Outros de nós temos sido considerados belos toda a vida, mas o evangelho lembra-nos que nós também somos uns desgraçados. A igreja é um local onde nós nos podemos levantar e dizer que somos desgraçados, e toda a gente vai acenar com a cabeça, concordando e lembrar-nos que também somos belos.»
Tentativa de tradução:
«O evangelho é boas notícias para as pessoas doentes e é perturbador para aqueles que pensam que têm a sua vida toda em ordem. Alguns de nós temos sido considerados toda a vida uns desgraçados, mas o evangelho lembra-nos que nós somos belos. Outros de nós temos sido considerados belos toda a vida, mas o evangelho lembra-nos que nós também somos uns desgraçados. A igreja é um local onde nós nos podemos levantar e dizer que somos desgraçados, e toda a gente vai acenar com a cabeça, concordando e lembrar-nos que também somos belos.»
Publicada por
David
à(s)
12:04 p.m.
0
comentários
Enviar a mensagem por emailDê a sua opinião!Partilhar no XPartilhar no FacebookPartilhar no Pinterest
Etiquetas:
Igreja,
Shane Claiborne,
The Irresistible Revolution
7.11.09
Alguém quer oferecer-me uma prenda?
I want it soooooooo much!
Publicada por
David
à(s)
4:42 p.m.
0
comentários
Enviar a mensagem por emailDê a sua opinião!Partilhar no XPartilhar no FacebookPartilhar no Pinterest
Etiquetas:
Another World is Possible,
Shane Claiborne
3.11.09
Shane Claiborne Quotes #5
«It's a shame that a few conservative evangelicals have had a monopoly on the word conversion. Some of us shiver at the word. But conversion means to change, to alter, after which something looks different than it did before - like conversion vans or converted currency. We need converts in the best sense of the word, people who are marked by the renewing of their minds and imaginations, who no longer conform to the pattern that is destroying our world. Otherwise, we have only believers, and believers are a dime-a-dozen nowadays. What the world needs is people who believe so much in another world that they cannot help but begin enacting it now.»
Shane Claiborne, The Irresistible Revolution
Tentativa de tradução:
«É uma pena que alguns evangélicos conservadores tenham tido um monopólio sobre a palavra conversão. Alguns de nós estremecem com a palavra. Mas conversão significa mudar, alterar, após a qual alguma coisa parece diferente daquilo que era antes - como carrinhas convertidos ou moeda convertida. Precisamos de convertidos no melhor sentido da palavra, pessoas que estejam marcadas pelo renovar das suas mentes e imaginações, que já não se conformam com o padrão que está a destruir o nosso mundo. Caso contrário, temos apenas crentes, e crentes assim são vulgares por estes dias. O que o mundo precisa é de pessoas que acreditam tanto num outro mundo que não conseguem impedir-se de o pôr já em acção.»
29.10.09
Shane Claiborne Quotes #4
«I've met a lot of Christians who say, "If people knew about all of my struggles and weaknesses, they would never want to be a Christian". I think just the opposite is true. If people really knew what idiots we are, in all our brokeness and vulnerability, they would know that they can give this thing a shoot too. Christianity is for sick people.»
Shane Claiborne, The Irresistible Revolution
Tentativa de tradução:
«Tenho conhecido muitos Cristãos que dizem, "Se as pessoas conhecessem todas as minhas lutas e as minhas fraquezas, elas nunca quereriam ser Cristãs". Eu penso que apenas o contrário é verdade. Se as pessoas soubessem realmente o quão idiotas nós somos, em toda nossa fragilidade e vulnerabilidade, elas perceberiam que também podem tentar este caminho. O Cristianismo é para pessoas doentes.»
22.10.09
Shane Claiborne Quotes #3
«Whenever someone tells me they have rejected God, I say, "Tell me about the God you've rejected." And as they described a God of condemnation, of laws and lightning bolts, of frowning gray-haired people and boring meetings, I usually confess, "I too have rejected that God."»
Shane Claiborne, The Irresistible Revolution
Tentativa de tradução:
«Sempre que alguém me conta que rejeitou Deus, eu peço, "Fala-me acerca do Deus que tu rejeitaste." E enquanto a pessoa descreve um Deus de condenação, de leis e relâmpagos, de pessoas com cabelo cinzento e o cenho franzido e de reuniões aborrecidas, eu geralmente confesso: "Eu também rejeitei esse Deus."»
«Sempre que alguém me conta que rejeitou Deus, eu peço, "Fala-me acerca do Deus que tu rejeitaste." E enquanto a pessoa descreve um Deus de condenação, de leis e relâmpagos, de pessoas com cabelo cinzento e o cenho franzido e de reuniões aborrecidas, eu geralmente confesso: "Eu também rejeitei esse Deus."»
27.9.09
Shane Claiborne Quotes #2
"I know there are people out there who say, "My life was such a mess. I was drinking, partying, sleeping around... and then I met Jesus and my whole life came together," God bless those people. But me, I had it together. I used to be cool. And then I met Jesus and he wrecked my life. The more I read the gospel, the more it messed me up, turning everything I believed in, valued, and hoped for upside-down. I am still recovering from my conversion."
Publicada por
David
à(s)
11:09 a.m.
0
comentários
Enviar a mensagem por emailDê a sua opinião!Partilhar no XPartilhar no FacebookPartilhar no Pinterest
Etiquetas:
Quotes,
Shane Claiborne,
The Irresistible Revolution
18.9.09
Shane Claiborne Quotes #1
"I was just another believer. I believed all the right stuff - that Jesus is the Son of God, died and rose again. I had become a "believer", but I had no idea what it means to be a follower. People had taught me what Christians believe, but no one had told me how Christians live."
Publicada por
David
à(s)
11:06 a.m.
0
comentários
Enviar a mensagem por emailDê a sua opinião!Partilhar no XPartilhar no FacebookPartilhar no Pinterest
Etiquetas:
Quotes,
Shane Claiborne,
The Irresistible Revolution
27.8.09
A perspectiva de Deus
«One day, he said to me, "Jesus never talked to a prostitute." I immediately went on the offensive: "Oh, sure he did," and whipped out my sword of the Spirit and got ready to spar. Then he just calmly looked me in the eye and said, "Listen, Jesus never talked to a prostitute because he didn't see a prostitute. He just saw a child of God he was madly in love with". I lost the debate that night. When we have new eyes, we can look into the eyes of those we don't even like and see the One we love. We can see God's image in everyone we encounter. As Henri Nouwen puts it, "In the face of the opressed I recognize my own face, and in the hands of the oppressor I recognize my own hands. Their flesh is my flesh, their blood is my blood, their pain is my pain, their smile is my smile." We are made of the same dust. We cry the same tears. No one is beyond redemption. And we are free to imagine a revolution that sets both the oppressed and the oppressors free.»
Shane Claiborne, The Irresistible RevolutionPai, perdoa-me pela minha insensibilidade, perdoa-me pela minha falta de Amor. Ensina-me a olhar para os outros segundo a tua perspectiva, livre de todos os preconceitos e nunca me esquecendo que aos teus olhos somos todos igualmente pecadores e igualmente belos e amados...
25.8.09
Shane Claiborne em vídeo
Uma parte daquilo que o Shane diz em The Irresistible Revolution está contida na mensagem que ele dá neste vídeo.
24.8.09
The Irresistible Revolution
The Irrestible Revolution é um dos livros que ando a ler neste momento. Tem como subtítulo living as an ordinary radical e o autor é um tal de Shane Claiborne. O livro é potencialmente perturbador porque o Shane confronta-nos com várias discrepâncias entre aquilo que a Bíblia diz e aquilo que os cristãos fazem. Mesmo eu, que tenho uma tendência (às vezes exagerada) para não aceitar de mão beijada as interpretações clássicas e tradicionais que se fazem das passagens bíblicas, tenho tido dificuldade em digerir muito daquilo que o Shane escreveu. No seu livro, ele põe em evidência o conformismo e a falta da amor pelo próximo da Igreja. Aponta-nos o dedo de uma forma construtiva e o que é interessante é que a mensagem do Shane não é oca, não é incoerente com a sua vida. Ele é um seguidor de Cristo ousado e radical que decidiu não se conformar com este mundo, mas sim viver uma vida dedicada a amar. Todos nós podemos dizer que vivemos para amar os outros. É bonito, soa bem e parece ser algo que deve andar na boca dos cristãos. No entanto, do falar ao viver a distância é enorme. O Shane percorreu essa distância. Percorreu-a com os sem-abrigo de Filadélfia nos USA e com os leprosos da Índia, onde trabalhou nas missões da Madre Teresa. Percorreu-a ao ir para o Iraque para se opor à guerra e para servir os iraquianos e percorreu-a pela maneira como vive no dia-a-dia, ao serviço dos outros. Para perceberem melhor o tipo de ordinary radical que ele é e que ele diz que todos nós, cristãos, devemos ser, leiam o livro. (Tenho uma versão inglesa e não sei se existe em português. Posso emprestar o meu depois de o ler e reler, se for preciso.) Às tantas o Shane conta que um dos seus amigos um dia chegou ao pé dele e lhe disse que ía deixar o cristianismo. O Shane ficou espantado e confuso porque conhecia o seu amigo e sabia que tinha uma fé radical, tal como ele. O amigo passou a explicar: «Vou deixar o cristianismo e vou passar a seguir Jesus.» A pergunta inquietante que este livro levanta é mesmo esta: e se a maneira como nós estamos a viver o cristianismo não corresponde àquilo que é, na verdade, seguir Jesus?
Para já o livro está a ter vários efeitos colaterais em mim, obrigando-me a rever não só a minha concepção do propósito que deve nortear a vida do cristão mas também as minhas posições face à política, à economia, ao consumismo e à pobreza.
Para já o livro está a ter vários efeitos colaterais em mim, obrigando-me a rever não só a minha concepção do propósito que deve nortear a vida do cristão mas também as minhas posições face à política, à economia, ao consumismo e à pobreza.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
